Com isso, a desenvolvedora de projetos de geração de créditos de carbono ganha um incremento de 200 milhões de reais

Avançando em sua estratégia de descarbonização e transição energética, a Shell Brasil, marca parceira da Rede PitStop, agora é sócia minoritária da Carbonext, maior desenvolvedora de projetos de geração de créditos de carbono REDD+ (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação) do país.
Por meio da parceria, a startup recebeu o aporte de 200 milhões de reais em seu capital. Este recurso será utilizado para investimento em tecnologia embarcada nos projetos de preservação florestal e no desenvolvimento de novas áreas de negócios, como bioeconomia e reflorestamento da Floresta Amazônica.
A união também permite que a desenvolvedora tenha acesso a inovações e processos disponibilizados pela Shell, inclusive nas áreas de biotecnologia e monitoramento. Diante disso, serão incrementados os mecanismos de proteção dos mais de 2 milhões de hectares de Floresta Amazônica já protegidos por projetos de crédito de carbono desenvolvidos ou em desenvolvimento pela Carbonext e parceiros.
Vale destacar que o comprometimento da Carbonext com a preservação da Floresta Amazônica fez com que a empresa, desde o ano passado, conseguisse aumentar em 340% a área de vegetação preservada na região mais vulnerável da floresta. Só nos primeiros cinco meses de 2022, os projetos executados pela startup geraram cerca de 150 milhões de reais em créditos no mercado voluntário de carbono, comercializando créditos com empresas e entidades como o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).
Essa sinergia demonstra a relevância do território brasileiro para a Shell chegar cada vez mais perto do objetivo de zerar suas emissões líquidas até 2050. “O Brasil, por sua localidade e biodiversidade, é fundamental para nossa estratégia Powering Progress, especialmente quando falamos em respeitar a natureza e impulsionar vidas, além de atingir emissões líquidas zero e gerar valor aos acionistas. Não é de hoje que a Shell defende a criação e regulação do mercado de carbono”, pontua André Araújo, presidente da Shell Brasil.
Fonte: Shell