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Tecnologia a serviço da segurança no trânsito

Carros que se locomovem sem condutor ainda devem demorar para estacionar por aqui. Os equipados com funções de segurança assistida, no entanto, já são realidade.

Rede PitStop

De acordo com um relatório da Allianz Partners (https://www.allianz-partners.com/content/dam/onemarketing/awp/azpartnerscom/brazil/press-releases/Press-release-Report-Mobilidade-Allianz-Partners.pdf), “Mobilidade do futuro”, até 2040 espera-se chegar a um número de acidentes fatais nas estradas próximo a zero, além de alcançar uma significativa redução nos acidentes de trânsito nas cidades. Isso por conta das tecnologias de desenvolvimento dos veículos autônomos, que dentre tantos benefícios – envolvendo questões de sustentabilidade e custo -, devem entregar maior segurança.

No Brasil, algumas iniciativas estão em curso, como o Projeto de Desenvolvimento Integrado de Funções de Segurança Assistida ao Condutor e Ambiente para Veículos Autônomos (SegurAuto). O grupo de trabalho integrado por diversas universidades tem se dedicado a aprimorar sistemas avançados de auxílio à condução, para serem aplicados gradativamente aos carros.

Tecnologias já incorporadas aos veículos incluem controle eletrônico de estabilidade, sistemas automáticos de estacionamento e controle de cruzeiro adaptativo, que permite definir a velocidade e a distância limite do carro à frente. Além disso, está em desenvolvimento a proposta de combinação de dois tipos de sensores para fazer a leitura do ambiente, utilizando visão computacional. O radar, na maioria das situações, consegue detectar obstáculos inesperados no caminho.

A evolução da internet das coisas (IoT) deve seguir auxiliando o progresso da segurança veicular. Em breve, a visão computacional irá aprimorar a capacidade de interpretar cenários, antecipando possíveis perigos, como dois carros chegando ao mesmo tempo em um cruzamento onde o campo de visão é limitado.  Será possível, por exemplo, determinar a direção na qual o objeto se move, a velocidade do movimento, e ainda prever se há risco de colisão.

Fonte: Revista Pesquisa - FAPESP

14/07/2023

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